
Do latim imago, a imagem remete ao ausente. Imago seria a máscara mortuária utilizada nas celebrações fúnebres romanas.
Desde a fundação da humanidade nos relacionamos com imagens. A contemporaneidade, no entanto, tem vindo a ser cada vez mais invadida por um universo de imagens visuais, que impregnam a vida quotidiana. Em detrimento de dispositivos áudio, como a rádio, ou literários, como o jornal, dispositivos que fazem uso da imagem ocupam grande parte do nosso universo cultural.
Este avanço da imagem sobre a vida social, cultural e política desperta não só um fascínio, mas também uma desconfiança perante este mecanismo e o seu poder.
É neste campo que surge a análise de imagem. Procurando encontrar respostas sobre o modo como as imagens são percepcionadas, focando não só o sistema visual que nos dá acesso a elas, mas todo o dispositivo psicológico, cultural, social, político que molda esta nossa relação com o visual.
Este avanço da imagem sobre a vida social, cultural e política desperta não só um fascínio, mas também uma desconfiança perante este mecanismo e o seu poder.
É neste campo que surge a análise de imagem. Procurando encontrar respostas sobre o modo como as imagens são percepcionadas, focando não só o sistema visual que nos dá acesso a elas, mas todo o dispositivo psicológico, cultural, social, político que molda esta nossa relação com o visual.
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